Project Description

Playgrounds for Inclusion
Atividades
lúdico-pedagógicas para a inclusão
A Fuso, em parceria com o centro de acolhimento Baby Shark Lisbon, criou o “Playgrounds for Inclusion'', uma iniciativa com o apoio da Fundação Gulbenkian através dos Grupos Aprender, Brincar, Crescer (GABC).
O "Playgrounds for Inclusion" surge no âmbito de um concurso nacional promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian no contexto da crise humanitária que se vive na Ucrânia, com o objetivo de financiar projetos que promovam a educação de crianças refugiadas com idades entre os 0-6 anos.
Promover a inclusão através da brincadeira livre
O “Playgrounds for Inclusion” é um conjunto de atividades lúdico-pedagógicas e tem como objetivo promover a brincadeira livre e diversas aprendizagens, proporcionar a socialização com outras crianças e adultos, construindo assim uma rede de apoio para estas famílias e promover a sua integração na comunidade portuguesa.
Parceria Baby Shark Lisbon
O centro de acolhimento para crianças refugiadas Baby Shark Lisbon, criado por um grupo de mulheres de nacionalidade ucraniana para ajudar estas crianças e as respetivas famílias, duas semanas após a invasão russa na Ucrânia, foi a instituição escolhida para a implementação do projeto.
Um projeto com o apoio Calouste Gulbenkian
Inserido nos “Grupos ABC – Aprender, Brincar, Crescer (GABC)” da Fundação Calouste Gulbenkian, este conjunto de atividades lúdicas e pedagógicas destina-se a grupos de 5 a 10 crianças entre os 0 e os 6 anos de idade e às suas famílias. Cada grupo é dinamizado por dois monitores oriundos da comunidade de refugiados que fazem parte do centro de acolhimento Baby Shark Lisbon.
Aprender, Brincar, Crescer
Através da metodologia “Grupos ABC – Aprender, Brincar, Crescer” (GABC), o projeto pretende dar resposta a estas crianças no sentido de criar espaços de creche/jardim de infância, e inserir as suas famílias na comunidade portuguesa. Todas as atividades são gratuitas para crianças refugiadas e acontecem duas vezes por semana.
A implementação do GABC em Portugal resultou de um projeto-piloto que envolveu cerca de 500 famílias nos distritos do Porto, Aveiro, Coimbra, Lisboa e Setúbal, entre outubro de 2015 e novembro de 2016, cofinanciado pela Comissão Europeia e coordenado pelo Ministério da Educação e Ciência, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação Bissaya Barreto, o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, a Universidade de Coimbra e o Alto Comissariado para as Migrações (ACM).






